Homenagem a todos os “pais da Sylvia” do mundo

Os “pais da Sylvia” formam um segmento crescente de pessoas cujo avanço da idade não as distancia da vitalidade, da energia e do amor à vida. Parece babaquice e pode até ser. Mas reparem só como tem cada vez mais gente que podemos incluir na “categoria”, com perdão pela simplificação, descrita.

Para quem não conhece a história a que me refiro, os verdadeiros pais da Sylvia foram revelados no Viaje na Viagem, pela filha deles, a Sylvia, ao buscar informações para uma viagem que o casal pretendia fazer, e fez, ao Litoral Paulista.

A homenagem está no vídeo abaixo, bombando no YouTube.

E esta é a versão com os originais do samba

Agradeço ao Corvo Bêbado pela indicação dos vídeos.

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Sobre Beto Paschoalini

É o que dizem por aí.
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5 respostas para Homenagem a todos os “pais da Sylvia” do mundo

  1. Talking about my generation…espero ficar bem velho antes de morrer!

  2. Claudio disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkk
    Muit engracado, Beto
    Sinto falta de minha voh…Ela era a pessoa mais carismatica e engracada que jah conheci!!!!!!!!! A cara dela este video…
    Valeu…

  3. Beto disse:

    Corvo, no final do número do Who tem um cara que por um triz não deu uma porrada no Roger Daltrey. Os caras do som pareciam loucos querendo livrar os microfones, que não deviam ser da banda. Número perigoso, sô! Nota 10 em estridência.

  4. Sem dúvida, o vídeo do The Who, que ao que parece é de 1969, registra uma “apresentação de gala” da banda, como se pode perceber pela quebradeira geral no final do número (e pela despesa daí decorrente). Na verdade, reza a lenda, Pete Townshend teve a idéia de quebrar a sua guitarra, no final de uma apresentação, inspirado no Jeff Beck, aquele outro guitarrista inglês contemporâneo dele que fez isso numa cena do filme “Blow Up/Depois Daquele Beijo”, do Antonioni. A piração real de Townshend no palco fez o maior sucesso, tanto que o empresário do The Who achou que valia a pena o “investimento” de quebrar uma guitarra por show pra promover a banda. Só que, em 66/67, apareceu um crioulo, em Londres, que, além de quebrar a própria guitarra ainda botava fogo nela. Tratava-se de um tal Jimi, Jimi Hendrix. Continua rezando a lenda que, numa noite de fog londrino, Pete Townshend encontrou o Jeff Beck saindo de um clube e este disse pra ele: “Olha, tem um crioulo aí que faz tudo o que você faz com guitarra e muito mais.” Isso não fez o The Who parar de quebrar guitarras, mas o ritual ficou restrito a apenas algumas apresentações especiais, como a que está postada neste blog, e, para dar um temperinho a mais na coisa, não só Townshend mas toda a banda passou a se dedicar à destruição de seus instrumentos. Quanto à preocupação dos roadies, Lhama, em tentar salvar os microfones, acho que os ditos cujos não estavam incluídos no “orçamento” daquela noite e talvez a banda tivesse uma outra apresentação nos próximos dias. A tentativa de porrada no Daltrey acho que foi tipo “acidente de trabalho”.

  5. Certamente, por vezes nos encontramos em situações inusitadas… que nos fazem rir após… Meu lugar no mundo seria o interior dos estados nortistas onde as índias e as caboclas rib eirinhas adoram estar ornadas com meias. Somente meias mesmo porque seus pés (delas) não enfrentam outros calçados mesmo. E eu divinizo esse ambiente e elas são minhas musas… Pena que as nossas mulheres no restante do país não adiram a esse costume, inusitado, exótico porém fantástico emn efeitos e resultados. Quem V~não esquece jamais…

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