Santos pra quem vem, Santos pra quem foi

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Toda cidade tem seus prós e os seus contras. Eu tenho sorte, a minha tem mais prós do que contras. Pra começo, é quase toda plana, exceto por causa de alguns morros. Além de plana, tem praia. Não tem muitos parques e praças, mas tem um jardim enorme à beira mar. A maior parte dos 420 mil santistas mora num pedaço de terra de menos de 50 km2. É apertado, mas dá. Nem tem muito trânsito, a não ser naqueles dias e horas em que o mundo inteiro está congestionado. Dá pra cruzar a parte mais povoada da cidade em 20 minutos de carro, sem ajuda dos sinais verdes.

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A maioria da população é de classe média. É uma das cidades do país com melhor perfil sócio-econômico e na área insular o índice de urbanização é de quase 100%. Há muitos aposentados e cresce o número de pessoas que buscam na cidade uma sombra pra amarrar o seu burro. Elas são bem-vindas.

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Uns vêm, outros vão. A economia da cidade mudou. O porto até que emprega, direta e indiretamente, mas os salários não são mais aqueles. Então, o Sistema Anchieta-Imigrantes virou a porta de saída de muitos jovens atrás do futuro. Esses, com o passar do tempo, quase sempre manifestam a impressão de que perderam alguma coisa na troca. Não foi dinheiro, nem prazeres, mas facilidades.

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Fácil. Essa é a palavra. Que não define nada, mas explica os prós. Quer passear? A pé ou de bicicleta? Olhar o sol, jogar dominó ou namorar? Passear com o cão, dar comida aos pombos, levar minhoca pra nadar? Empinar papagaio, caçar corruptos, praticar tai-chi-chuan? Quarar ao sol, fazer o cooper, tomar uma caipira? Futebol, vôlei, surfe? A resposta é fácil: praia ou calçadão, de manhã, fim de tarde e de noite.

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Santos tem uma longa história. O seu grande pró. Noves fora o fato de que por aqui começou a interiorização do Brasil e a formação do estado de São Paulo, a cidade foi durante muito tempo a segunda maior praça bancária paulista por causa da exportação do café. Entre o final do século XIX e a metade do XX, a população cresceu de menos de 10 mil habitantes para mais de 300 mil. O comércio do café trouxe a ferrovia, ergueu o porto moderno, saneou os bairros alagadiços e projetou a Via Anchieta, então a mais moderna rodovia do país, ligando o planalto ao litoral.

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O bonde turístico é um vestígio arqueológico daqueles bons tempos, em que a cidade possuía um dos mais eficientes sistemas de transporte urbano do Brasil. Os bondes foram destruídos a golpes de machado (eu não estou brincando, foi isso mesmo), em meados dos anos 70 (ê década disgramada!), apesar do processo de substituição dos arcaicos bondes elétricos pelas moderníssimas carroças de boi a diesel ter iniciado já nos 60.

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O passeio de bonde acontece no Centro da cidade. O povo gosta. Vive lotado, sobretudo no verão e durante a temporada dos navios de cruzeiro. O pró do bonde é que ele dá uma unidade a um conjunto arquitetônico singular, com uma história essencial para se conhecer a do Brasil.

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Uma das construções mais bacanas é a Casa da Frontaria Azulejada, hoje ocupada pelo Arquivo Municipal. Tem a cara de Portugal. Aliás, por falar nisso, não sei se vocês sabem, Santos também fica em Lisboa, entre a Doca de Alcântara e o Cais Sodré. Por isso, é compreensível que Santos tenha tantos portugueses, filhos, netos, bisnetos e congêneres. Em termos proporcionais, só tem menos do que no Rio de Janeiro.

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Durante muitos anos, se viajava de trem entre Santos e São Paulo. Da Estação do Valongo, aí embaixo, até a Luz, levava quase 2 horas. Mesmo sujeito a piadinhas sem graça, confesso que eu viajei assim. Quando pequeno.

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A estação, onde se instalou a Secretaria de Turismo, é uma das atrações do Centro, assim como as antigas sedes de bancos. Aí embaixo tem duas: a do Banco Italiano, restaurada e ocupada por uma empresa de construção civil, ao lado da Associação Comercial, outro exemplo da arquitetura comercial praticada em São Paulo na primeira metade do século XX; e a do Banco Comércio Indústria (foto abaixo, à direita), utilizada pela Câmara Municipal (imóvel construído no terreno onde havia a casa em que nasceu José Bonifácio Andrada e Silva, cujo busto aparece na fachada). 

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Mas o edifício mais suntuoso é o Palácio da Bolsa Oficial do Café de Santos, onde funciona o Museu do Café.

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É uma salada de estilos, mas tem peso, presença e dá uma amostra significativa da importância econômica da cidade, quando da sua construção.

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A entrada, com umas colunas enormes, está sempre favelizada por uns banners requenguelas. As fotos foram feitas já há algum tempo. Mudaram os banners, mas a feiúra continua. Sei lá quem foi o gênio que inventou faixa na porta de museu. Pode ser na Pinacoteca do Estado ou no Masp. Pra mim é sempre a melhor maneira de estragar uma bela fachada. Não deve custar muito pensar numa forma limpa para anunciar as exposições.

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O prédio da Bolsa fica na rua XV de Novembro, uma das mais antigas da cidade. Quem passa por ali está no coração de Santos. A rua XV concentra as empresas exportadoras de café até hoje. Apesar de não ser mais como no passado, ainda é intenso o vai-e-vem dos corretores com latinhas de grãos nas mãos. Algumas vezes durante o dia, o aroma que sai das torrefadoras se espalha pela região. É um dos melhores cheiros de rua que eu conheço.

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O melhor do museu é o prédio. O salão do pregão tem ao fundo três painéis do pintor Benedito Calixto, o piso é de mármore de Carrara e as cadeiras e mesas de jacarandá da Bahia.

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No teto, um grande mosaico em cristal, bom pra ver deitado, como fazem as crianças em visitas guiadas.

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O principal painel de Calixto é este aí embaixo. Ele representa a fundação da cidade, por Brás Cubas, em algum ano da década de 1540.

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O museu conta um pouco a história do café no Brasil, dos imigrantes trazidos para trabalhar nas lavouras e expõe fotos, documentos e objetos usados na manipulação do produto. Tem também a reprodução de um escritório de corretagem, com móveis e peças de época.

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Aos poucos o museu vai melhorando as suas exposições e atraindo cada vez mais visitantes, que ainda podem provar o bom café da cafeteria do museu e comprar o grão torrado ou em pó, de várias regiões produtoras.

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Se o coração está no Centro, a cabeça do santista está sempre na praia. Que é, de um modo genérico, como ele se refere aos bairros da orla. O Gonzaga é onde tem os melhores cinemas, livrarias, lojas, cafés e confeitarias. A praça da Independência (foto abaixo) é o seu centro de gravidade, onde acontecem as comemorações públicas. Já foi o pedaço da boemia e ponto de encontro do underground local.

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Esse poste decorado aí debaixo, na praça das Bandeiras, junto à praia, é uma pequena amostra do tempo em que o Gonzaga era o centro da jogatina. Ali em frente ficava o Parque Balneário Hotel, onde funcionava o mais luxuoso cassino da cidade, barbaramente demolido pela especulação imobiliária. Sobre o grande terreno onde havia um espetacular jardim, construíu-se um conjunto de edifícios residenciais, um hotel modernoso e comum e um pequeno shopping.

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A praia tem areia fina, a água do mar sempre foi meio turva, mesmo quando era limpinha. Nos últimos anos, a Cetesb atesta que as condições de balneabilidade são razoáveis. Boa parte do tempo é bandeira verde. Mas, pra ser honesto, não entro na água faz anos. Não consigo abstrair. Tem muita coisa boiando, coisinhas pequenas e amorfas. Uns sacos plásticos, garrafas, palitos de sorvete, copinhos. Uma pena.

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O que faz a diferença é o calçadão junto ao jardim em toda a extensão da orla. Essas marquises modernistas das fotos ficam no Boqueirão, rival histórico do Gonzaga, quando também possuía os seus hotelões e cassinos. É um dos cantos mais bonitos na minha opinião.

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As calçadas desse lugar são em mosaico português, com figuras de peixes, caranguejos, lulas e polvos, pinguins e estrelas do mar. Crianças, como eu fui, adoram. Quase velhos, como eu sou, também. Quando vejo esses lugares, eu sempre me pergunto aonde a cidade se perdeu, pra ter sucumbido ao mau gosto do cimento estampado, do tijolinho aparente, dos revestimentos de cerâmica, das esquadrias de alumínio e coberturas de policarbonato, das pseudo-esculturas em resina, desproporcionais e horrorosas, que passou a dominar os lugares públicos.

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Há poucos anos construiram esta ciclovia junto ao calçadão. Santos é quase perfeita para os ciclistas. Como já disse, não há ladeiras e as distâncias são curtas. Aos poucos, forma-se uma malha cicloviária razoável. São milhares de pessoas utilizando esse meio de transporte, por lazer e sobretudo para ir ao trabalho, como muitos dos que vivem em São Vicente e Praia Grande e têm emprego em Santos.

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Quem gosta de andar pode ir do Boqueirão à Ponta da Praia a pé. São uns 4 quilômetros, no máximo. É lá que tem o melhor pôr do sol.

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Ali acaba a faixa de areia. É o canal de entrada do porto. Hoje não é mais programa ir ver avião decolar e aterrissar em Congonhas. Mas é um programão ir ver navio entrar e sair da Barra de Santos, principalmente na temporada de navios de cruzeiro. Não é só por causa dos barcos, mas por causa da vista. Do outro lado do canal, no Guarujá, tem uma das mais antigas construções militares do Brasil, a Fortaleza da Barra, que faz parte do Circuito dos Fortes. Do lado de cá, tem o Museu de Pesca, também uma antiga fortificação.

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Garça, gaivota, fragata, urubu e biguá tem bastante por ali.

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Um píer para os pescadores pegarem os seus peixes-espada, seus baiacus e, quando ganham na loteria, suas corvinas e seus robalos, foi construído também há pouco tempo, depois de a prefeitura passar a perna no contribuinte ao fazer dois restaurantes debruçados sobre o mar dizendo que eram plataformas para a pesca amadora. Uma semana antes da inauguração, mudaram tudo e confessaram que eram restaurantes. Poderiam ser bons, a vista é linda, mas a comida, as instalações, a música e a bebida são uma porcaria. Eu me nego a ir. De raiva.

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É muito difícil ser turista na própria cidade. A gente se acostuma com a paisagem. Pensar nesses lugares sempre traz velhas lembranças, como um banho de mar ao lado do pai, os passeios noturnos até a balsa e o sono chegando com o cheiro da maresia.

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Nessas águas quentes e quase sempre calmas da Ponta da Praia, enchiam-se sacos de aniagem com siris azuis, graúdos. Pegava-se à noite, sob luz de lanternas de carbureto, com as mãos protegidas por luvas de estivador. Também se passavam, e ainda passam, as redes de picaré. Mas peixe mesmo só vinha, e vêm, depois do arrastão no mercado de peixe, ali pertinho, afinal um dos melhores lugares do mundo que conheço para uma boa pescaria.

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Uma última lembrança, talvez a maior atração da cidade. Há uma zona sagrada em que a água molha a areia e se forma um espelho. Dá pra ver nas fotos. Não há calçadão que supere a caminhada com os pés deslizando na lâmina molhada, com as ondas indo e vindo de mansinho. É nessa pista que milhares de santistas fazem seus exercícios diariamente. Basta tirar o chinelo, é muito fácil.

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Atualização: O Ernesto me cobra citação do Aquário e do Orquidário. Ele tem razão, deixei de linkar um post anterior sobre o Orquidário, o que acabo de fazer. O Aquário, reformado, vai ter um post assim que eu for lá fazer uma visita.

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Sobre Beto Paschoalini

É o que dizem por aí.
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102 respostas para Santos pra quem vem, Santos pra quem foi

  1. Emília disse:

    Ô Beto, você me emocionou. Várias lembranças e saudades…
    Vontade de descer agora mesmo 🙂

  2. Lena disse:

    Eu também 🙂 Faz tanto tempo que não vou a Santos… Tô morrendo de vontade!! Tá lindo, Beto!

  3. Lena disse:

    Ah. Eu também sinto mais ou menos o que você disse quando vou ao centro de São Paulo, pois foi com meu pai que aprendi a andar por lá. Acho que sou das poucas pessoas da minha geração que conhece bem o centro. Amanhã vai ser difícil. Nunca estive no terraço Itália sem ele…

  4. Putz, que vergonha, lendo tudo o que vc relata, eu vejo que não sei nada de Santos…

  5. disse:

    Beto, muito legal.

    Eu sempre falo pra Débora, minha mulher: “Pô, Santos é legal. Quando voltarmos para o Brasil, se não ficarmos em Ribeirão, vamos morar em Santos”. Quem sabe um dia a gente não se encontra por aí, né Beto?

    Um amigão meu de faculdade era de Santos. Perdi contato…Quem sabe um dia eu encontro ele por aí também.

    A Débora tem família aí em Santos. Será que você não conhece alguém da família dela? Família com sobrenome Manço.

    Grande abraço.
    PS: Adoro os seus textos, Beto, sempre me emociono. Legal, fez o meu dia… :mrgreen:

  6. tatiana disse:

    Beto, foi através da Thamy que descobri seu blog. Lindo texto sobre Santos, minha cidade tão querida! Por mais que eu ande por aí, ainda tô pra ver um espelho d’água tão lindo quanto o que se forma na areia da nossa praia. Bela lembrança! Tatiana.

  7. Beto disse:

    , conheço de nome um médico chamado Celso Manço, amigo de um amigo meu. Deve ser da família. Não tem tanto Manço dando sopa por aí, né? Se vocês vierem morar por aqui, com certeza vamos nos conhecer.
    Emília, Lena, Jorge, é só marcar, que tal um sábado? Adoramos visitas. E fazemos um VnV à beira mar.

  8. Beto disse:

    Ô Tati, que bom você aqui… É a de Londres, né? Beijão.

  9. Mô Gribel disse:

    Beto do céu! Que fotos lindas, que texto maravilhoso!
    Eu quero ir também, logo, passear, ver tudo, fotografar. Amei!
    Quem sabe alguém se anima em um sabadão de sol?
    Vc faz a listinha do tour? :mrgreen:
    Eu fui várias vezes, porém sempre correndo a trabalho. Não vi nada disso… 😦
    Perdi um passeio e tanto..

  10. disse:

    Beto, o tio da Débora se chama Celso Manço mas ele não é médico, não.
    O pai dela é médico…tudo tão confuso 🙄

  11. Arthur disse:

    Gostei da declaração apaixonada de amor pela cidade natal… mais ou menos o que os niteroienses sentem por Niterói 😀

  12. Beto disse:

    , quem é confuso e precisa de médico sou eu 😳 . O Celso Manço de que eu falo não é médico, não. Eu, pra variar, bolei as trocas, se explicar vai ficar pior. Com certeza é o tio da Débora. Eita mundo pequeno…
    Tatiana, a errata que fiz pro Zé vale pra ti também. A de Londres é a Taciana. Tu é a do ICI, né? Mas o beijão continua valendo.
    , é só marcar… vamos ficar felizões…
    Arthur, o mundo se curva a Niterói e Santos… 😆

  13. Lindo lindo lindo! Linkando djá!

  14. Pingback: Santos: agora quem dá bola é o Beto « Viaje na Viagem

  15. Diogo disse:

    Putz, até eu, que sou frequentados assíduo da “casa”, me surpreendo a cada dia que passa com os textos do “tio careca”!!!!

    😎

    Betão, tu é nota mil bixo!!!!

    Bjo na careca reluzente.

  16. Beto disse:

    Riq, brigado, brigado, brigado.
    Lagartixa, versões complementares, né?
    Diogo, quem disse que a careca reluz? Eu passo pó… E tu sabe que eu tenho um “sobrinho” que quando pequeno me chamava de tio careca só pra me zoar? Quando eu era rípe, morava com o pai dele, o maior bicho grilo. Hoje ele também tá ficando careca… Quero ver até quando vai essa franja aí…

  17. Diogo disse:

    Ah pára Betão! Tá agorando? Hahahahahahahaha…

    A franja aqui vai looooonge :-b

    A careca que mais valiosa dos últimos tempos, hein sô!!!

  18. Taryn disse:

    Betinho!!!
    Adorei o post… Já to com a maior saudades dai, não faz nem 1 mês que estou aqui no planalto e ja sinto uma falta da minha terrinha linda…
    Da praia então nem se fala, fora as voltinhas de bici na ciclovia…
    E claro de casa, de vcs e dos meus bichos!!!
    Ai meu deus!!!! Sexta-feira chega logo!!! Ah e o fds promete muito sol!!!
    Beijão, Taryn.

  19. Ernesto disse:

    Gostei….Mas, cade o Orquidário, o aquario… Da para fazer um segundo post!!

  20. Luciana disse:

    “É muito difícil ser turista na própria cidade. A gente se acostuma com a paisagem. Pensar nesses lugares sempre traz velhas lembranças, como um banho de mar ao lado do pai, os passeios noturnos até a balsa e o sono chegando com o cheiro da maresia.”

    Parabéns pela sensibilidade! Suas palavras emocionaram esta santista que vos escreve e que, vivendo em São Paulo, agradece a cada fim-de-semana em que retorna e sente, mais uma vez, o velho cheiro de maresia.

  21. marcio disse:

    Beto, ficou muito legal mesmo!!!

    É para lembrar que Santos é tudo de bom!! E para mim é como uma respostas do porque tantos amigos voltaram ou foram em definitivo morar em Santos.

    E olha que a galera é nova o pessoal foi depois da faculdade mesmo!!

    Diogo, não sei não essa franja em 2009, 2015 …..Rsrsrsrs!!! Melhor não falar da careca dos outros!!

  22. gravatinha disse:

    e eu tive a honra de ficar em Santos fazendo porra nenhuma e disfrutar de tudo isso e muito mais, impossivel de descrever até para um sequela com invulgar prosa. Beijos grandes para a familia Alegria (Paschoalini foi anexado) e obrigado a todos por uns dos melhores anos da minha vida 🙂

  23. arturo disse:

    Não querendo ser do contra, mas, se os habitantes da aldeia não tomarem cuidado, logo os prós serão afogados pelos contras. Por exemplo, na questão dos carros. Qualquer hora Santos vai “entupir” definitivamente. Temos um dos maiores índices de carro/habitante do mundo e santista é um bichinho que tira o carro da garagem pra ir comprar pão na padaria da esquina. Outra coisa: beleza cidade com ciclovia, principalmente numa cidade plana. Agora, que construíram a ciclovia da praia no lugar errado, isso construíram. Primeiro queriam construir em cima da areia. Isso a maioria dos habitantes da aldeia conseguiu impedir. Mas acabaram colocando a dita cuja praticamente em cima dos jardins, em vez de fazer o óbvio, que era colocar no chamado “leito carroçável” da avenida. Ah, mas isso não podia. E vocês sabem por quê? Porque ia atrapalhar os carros. E, como eu disse, santista é um bichinho…

  24. Rosa disse:

    Santos é muito legal mesmo. Estivemos ai em fevereiro de 2006, 02 dias, ida para um cruzeiro e volta, andamos tudo. Foi tão bom que em dezembro voltamos para mais umas andanças, visitamos a vila, meu marido é vascaíno e santista, já que não deu para ver o morumtri do meu São Paulo. Gostamos muito de Santos, vamos voltar outras vezes.

  25. WB disse:

    Beto : obrigado por tantas recordações, obrigado pelo emocionante texto e pelas lindas fotos. Não sou santista, mas morei em Santos de 1972 até 1977 e seu post trouxe-me tantas lembranças, felizes recordações. Ainda tive o tempo de viajar no trem para SP, era uma viagem muito mais demorada do que o onibus, mais eu a fazia por prazer. Recordações do belvedere do Boqueirão, do centro, da vida no porto, da vida na orla da praia e do seu maravilhoso jardim. Entretanto uma observação : no tempo em que vive nesta cidade havia muitos outros cinemas no Gonzaga que já foram fechados, lembra ? Voce tem razão não se controem cidades como antigamente. Santos tem muita história e com certeza outros posts virão.
    Obrigado e um abraço do amigo virtual
    Wanderlei.

  26. arturo disse:

    É impressionante como as pessoas “de fora” de Santos sacam o que Santos tem de bom e entendem a importância de se preservar isso. A eles, a nossa esperança de que tudo de bom que a vila tem ainda possa ser salvo, porque parece que grande parte dos santistas (o Beto é parece ser cada vez mais exceção do que regra) não está muito interessada nisso. Essas pessoas parecem nunca terem ouvido falar em San Francisco, New Orleans, Barcelona e etc. Querem virar “Miami” a qualquer custo. Ah, e andar de carro, é lógico, de preferência carro do ano, é lógico…como eu sou chato!

  27. Luiz Carlos Tenorio Acosta disse:

    Amo esta cidade,
    os amigos que conheci aí
    e os que deixei por aí!
    Linda mensagem!!!
    Santos merece!

  28. Chloé disse:

    Fiquei arrepiada com teu texto.
    Nasci e morei em Santos grande parte da minha vida… Mas foi só depois de me mudar para o alto da serra, que percebi todos esses detalhes descritos aqui.
    Santos pra mim é a melhor cidade do Brasil, o lugar que eu escolhi para viver, e onde vou construir a minha vida (futuramente).

  29. Mari Campos disse:

    Arrasou, Beto. Me fez lembrar dos muitos verões que passei por lá na infância e começo de adolescência – e lembrar também que faz séculos que não apareço por essas bandas… 😦 Tá mais que na hora de tomar o bondinho e visitar a Bolsa de novo!

  30. Emília disse:

    Beto, o convite está aceito! Seria a primeira viagem VnV 😀
    E contando com a hospitalidade de vocês para mostrar a cidade…que beleza!
    A Mô também curtiu a idéia.

  31. Beto disse:

    A Emília e a Mô tão programando um sabadão em Santos. É só a gente combinar… Vai ser um grande prazer.

  32. Tereza disse:

    Amo esta cidade que me acolheu tão bem nos tempos de faculdade e que fiz ótimos amigos.
    Ainda tem o bonde do Monte Serrat, a travessia de crataias, a arquitetura eclética da orla com Artacho Jurado, o passeio ao forte e ao aquário e um belo almoço no espanhol do Embaré senão me engano o nome é Vista del Mar, não é isso?
    Lindíssimas imagens!

  33. Beto disse:

    Tereza, cê tá que nem eu. Bolando as trocas. O nome do(s) restaurante(s) é Vista ao Mar, mas tem também o Mar del Plata.

  34. Diogo disse:

    Agora que eu vi: o Marcinho Nel Cimatti pegando no meu pé, hahahahahahahaha!!!!

    Pãtz, outro que deve ter mó carecão. Por isso que ele não mostra foto… Mostraí Marcitoooo, a geral quer ver 😎

    Cês dois são meus bruxos… ah, a lagartixa e a lhama tbm são :-b

  35. Silvia Arruda disse:

    Beto, é a Silvia, amiga da Ziza…..de Sp…..Amo viajar e me intitulo turista urbana, suburbana e rural….Ou seja, qualquer paixão visual me diverte…agora me descobri virtual também, pois este seu blog é outra viagem…
    Um super abraço, deu vontade de estar em Santos agora !!!!
    Ps. posso enviar fotos de minhas andánças, agora acabei de chegar de Budapeste…???!!!postar ou não é seu crite’rio, editor !

  36. Gera Souza disse:

    Olha, estas fotos estão demaisssssssssss!!
    Passei minha adolescência no Gonzaga em Santos(1975/78)…. e tenho uma paixão eterna por esta bela cidade!!!
    Parabens!!!!!!!

  37. arturo disse:

    Três pessoas me ligaram e, depois de lerem meus comentários, me disseram que eu devia ser da “turma do não” (gíria só entendida por habitantes da aldeia). Quero dizer que não sou da “turma do não”. Pelo contrário. Por exemplo: vocês já imaginaram o retorno financeiro que a cidade teria se o Parque Balneário não fosse derrubado pra dar lugar a um shopping chué, um hotal meia-boca e três blocos de apartamentos pra meia dúzia de privilegiados? Estou falando não só em retorno cultural e essas coisas que muita gente acha que é babaquice. Estou falando em retorno financeiro mesmo. Quantas coisas podiam rolar em torno daquele prédio histórico? O problema é que o conceito de modernidade aqui é made in Miami, pior é que a Miami dos pobres. Mas ainda há esperança. Post como o do Beto aí são luzes no fim de muitos túneis.

  38. Rogéria disse:

    Beto,
    Adorei conhecer vocês, conterrâneos queridos!
    A noite foi muito divertida, cheia de novas amizades.
    Estão todos muito empolgados com a idéia ca ConVnVção santista. Tenho certeza que nossa cidade vai conquistar a turma.
    Então tá combinado: prepara o roteiro que a balada fica por minha conta!

    Beijos para você e Teté.

  39. Karinissima disse:

    Amei o post, Beto. De repente lembrei de quando pulava o canal da Barão de Penedo, dos sorvetes da Royal e do café com leite com pão de cará ao entardecer.

    Quando será a conVnVenção santista? Ficarei no Praiano, oras!

  40. caroneiro disse:

    Lindo, lindo, lindo!
    Que texto! Que fotos!
    Parab´nes!

  41. María Bello disse:

    Lindo! Sou santista de coração. Amo Santos! Parabéns pela reportagem. Adorei!

  42. Márcio Lara disse:

    Parabéns pela página.
    Texto e fotos lindas.
    Atrairão mais pessoas para cá, que também se apaixonarão pela Cidade.
    []s,

    Márcio Lara

  43. loslobosbobos disse:

    Me segura que vou dar um troço!

  44. Thamy disse:

    Santos sempre Santos. Em qq ocasião. Dentro e fora do alçapão!
    Santos… seja pra andar na praia, rever amigos, tomar uma cerveja no boteco, ir no orquidário, no aquário, andar no jardim, dar uma voltinha no Gonzaga, comer sorvete na Royal – como disseram aí num post, andar de bici na ciclovia, ou até pra poder um dia mostrar para os meus filhos a escola que estudei, as casas onde morei…
    Esta cidade é a minha história de vida. Tenho muito orgulho de Santos e adoro poder dizer isso. E por enquanto, vou ficando aqui pelo planalto, mas só porque a profissão me obriga. E sempre pensando: “Todos os lugares tem coisas boas e nem tão boas, o que vale é aproveitar as boas”. Beto, o post foi mega divulgado por mim, adorei, adorei, sucesso master! Que venham mais!!!!

  45. mauro martins andrade disse:

    Eu moro nesta querida cidade desde 1945, foi aqui que criei meus filhos e netos, pretendo ficar neste solo querido, apos morte, servi no Corpo de Bombeiros por 30 anos, o seu trabalho tem muito valor historico por nossa querida Santos
    Um abraço Fraterno
    Mauro-pesc/

  46. Majô disse:

    Beto, que lindo este post, a história de Santos, conhecer a cidade por seus olhos. E as doces lembranças de infância que não esquecemos. 😆
    Bondes destruidos a golpes de machado, estas criaturas deveriam ser internadas !!

  47. Cris disse:

    Lindíssimo seu post. E tudo virou poesia!
    Se quer uma dica, vá tomar sorvete na Royal, canal 1. Depois me conta.

    Parabéns, mais uma vez

    Cris (santista com orgulho)

  48. Louie disse:

    Nasci notro lugar fora de Brasil. Me crie no Nova Iork. Mais casei con uma Santista que conheci pela Inter e agora moramos no lugar mais lindo e nobre do mundo enteiro: Santos. Na minha vida ja visite o mundo praticamente enteiro. Mais como Santos não existe nem parecido. Deus abençoe ao Santos!

  49. Beto disse:

    Amém, Louie…

  50. ghernandes disse:

    gostaria de saber se tem problema de eu usar algumas fotos suas
    para um projeto que estou fazendo
    obrigado

  51. Beto disse:

    Hernandes, desde que não tenha fim comercial, político ou religioso, não me importo, não. Fique à vontade.

  52. Evt disse:

    nossa, nem me fale, Santos é td d bom… fazem 3 anos q me mudei de lá… sinto uma baita falta… mas sempre q posso to por lá… e essas fotos além de lindas, trazem uma sensação gostosa de saudade…. boas lembranças… Parabéns pelo site!

  53. Evy disse:

    Nossa, q sds desse lugar, tem 3 anos q saí daí, e morro d saudade… sempre q posso vou pra lá… essas fotos são maravilhosas, trazem boas recordações… Parabéns pelo site… lindas fotos!

  54. Evy disse:

    no outro comment errei meu nome, voltei e a bagaça qdo fui voltar disse q deu erro, agora vejo q consegui postar, hahahaha cada uma

  55. Pingback: Goitacá » Mundo de Cidades - Edição Inaugural!

  56. Clóvis Cardoso disse:

    Gostaria de saber onde ficava o hotel gonzaga, pois estive hospedado no mesmo em 1972. Agora, covivendo em Santos, não reconheço mais e nem sei em que local poderia encontrá-lo. Se alguém antigo puder me informar, ficarei agradecido. Clóvis

  57. Beto disse:

    Clóvis, infelizmente não me recordo do hotel a que você se refere.

  58. Méia disse:

    Vc está de Parabéns, Santos é tudo isso sim e muito mais.
    Gostaria muito de encontrar uma foto de um restaurante que ficava ali no canal 6 chamado Gugs Saravá,mais preciso nos anos 70.
    Será que vc poderia me ajudar???????
    Obrigada

  59. Beto disse:

    Meia, este blog esta de ferias. Mas se vice quiser se adiantar, busque o site da Piccola Forneria em Santos, comandada pelos antigos donos do Gugs. Sarava, zi fia…

  60. claudio lopes de Andradina - sp disse:

    Ola pessoal estive ai na praia do gonzaga entre os dias 10,11,12 de 2009 curtindo essa beleza gostei muito e quero voltar no final de ano eu e minha esposa cida.
    É uma praia muito seguro e limpa ,tenho parentes ai por isso quero voltar para o final de ano se Deus quizer i ele quer amem.tiauuuuuuuuuuuuuu

  61. claudio lopes de Andradina - sp disse:

    gostei de saber de tudo isso ai que ainda não conhecia

  62. caiçara disse:

    meu amigo, seu post só não me comoveu mais porque faltou falar do glorioso alvinegro praiano. mas como sei que teu bom gosto para clubes de futebol não é tão bom quanto teu empenho em descrever a melhor cidade do mundo, eu deixo passar 😛

    anyway, parabéns. tenho linkado esse post para todas as pessoas a quem desejo mostrar um pouquinho das belezas que temos por aqui 🙂

  63. Carlos Lecor disse:

    Texto de excelente qualidade. Apenas gostaria de registrar que há controvérsias acerca da cidade de Santos. Você mostrou o lado bom. O blog “Planeta Santos” (http://planetasantos.blogspot.com/) exibe um perfil menos otimista, mas real. Abraço.

  64. Natalia Vargas disse:

    Olha,gostei muito do post. Fazia tempo que não olhava a minha cidade da maneira como você a descreveu. Realmente é uma cidade muito bonita e com muitos pontos positivos e ótima para morar.

  65. Pingback: Viajando na janela « O meu lugar

  66. AMARILDO CAPITANI disse:

    Sou paulistano e visitei esta semana a Cidade de Santos, fiquei muito feliz ao ver a transformação do centro antigo(agora histórico). Fui até a Bolsa de Café e andei de bonde , um ótimo passeio .Parabéns a prefeitura e aos moradores desta linda cidade.

  67. Carlinhos disse:

    Seu Blog esta aprovado mas tira uma duvida, tem um pequeno cristo na entrada de Santos

  68. Carlinhos disse:

    Depois que conheci o Rio e ficando lá por uns 20 anos sempre chamei Santos de ” A pequena cidade maravilhosa “. Sou Paulistano de nascimento, Santista de coração e Carioca de emoção.

  69. Toni Gravata disse:

    Como é que eu posso ter andao tão distraído que não tinha visto esta tua postagem?!
    Que saudades de Santos, essa terra maravilhosa, essa gente acolhedora, o clube do ingleses e seus frequentadores, esse centrinho (que eu ainda mal conheço mas tenho esperança de o calcorrear), o calçadão ao longo da praia … e tantas outras coisas deliciosas! SAUDADES, porra!
    Me aguarde!

  70. Beto disse:

    Calcorrearemos juntos, Toni. Estou à espera.

  71. Carlinhos disse:

    E ai Beto, com os amigos santistas tu anda na praia com os importados tu calcorrea …

    E sobre o cristo na entrada de Santos tem ou não.

  72. Beto disse:

    Tem um cristo sim, feio pra caramba.

  73. Carlinhos disse:

    Gui peng you, zao shang hao.

    Eu sempre me orgulhei do nosso cristinho, e defendi o cara por 20 anos.
    Eu logo dizia pro Carioca; e ai MEUiRRRmão, tu é Fluminense e em Santos tem um Cristinho tambem e proporcional ao tamanho da nossa Pequena Cidade Maravilhosa, Santos, pode medir ta na entrada da Pequena Cidade Maravilhosa.
    E ai MEUiRRRmão hoje ja foi Calcorrea cuidado tu num é cardiaco, correr sei que mata, mas calcorrear deve matar mais, certo, então se cuida tio.

    Zaijian

  74. Carlinhos disse:

    Caro

    É triste não ter amigos, ainda é mais triste não ter inimigos, porque quem não tem inimigos, é sinal que não tem: nem talento que faça sombra; nem caráter que impressione; nem coragem para que o temam; nem honra contra a qual murmurem; nem bens que lhe cobicem; nem coisa alguma que invejem

  75. Carlinhos disse:

    PARA VOCÊ, COM CARINHO.

    “Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
    Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
    A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
    E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências …
    A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
    Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
    Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
    Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
    Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
    E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
    Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
    Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
    E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
    Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilh ando daquele prazer …
    Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!

    A gente não faz amigos, reconhece-os.”

    (Vinícius de Moraes)*

  76. Carlinhos disse:

    PRA RELAXAR

    Um bebado entrou no onibus e gritou, do lado esquerdo so tem bicha e no lado direito só tem corno, o pessoal ficou indignado e começou a levantar, o motorista viu o problema e deu uma tremenda freada, as pessõas se amontoaram na frente, um negão levantou pegou o bebado no colarinho e perguntou, quem é corno aqui, o bebado disse, agora não sei mais misturou tudo …

  77. Virginia disse:

    Beto, que post maravilhoso! Emocionante, até chorei… Moro atualmente no Rio, mas morei em Santos desde um ano de idade até os treze e tenho muitas saudades.
    Abraço

  78. Carlinhos disse:

    Beto,

    Feliz Natal,

    ABRAÇOs.

  79. Carlinhos disse:

    Beto,

    FELIZ 2010

    Carlinhos

  80. Carlinhos disse:

    Olá Beto tudo bem, um abraço.

  81. Carlinhos disse:

    Beto, bom dia

    Podes me arrumar umas fotos da Praça Independencia, estou montando um background no twitter com as imagens da #PequenaCidadeMaravilhosa e se possivel o nosso pequeno Cristo

  82. Isabel O., Portugal disse:

    Olá Beto
    Já nos cumprimentámos noutro local, mas deixo aqui votos de bom 2010 para si e companheira.
    Duas notas:
    1)Queremos um postezinho novo! Está preguiçosinho, não?
    2) Ontem vi um programa americano do mais fútil que há, mas que permite fazer análise sociológica engraçada – um concurso para modelos (há tb no Brasil, segundo era dito). O mesmo tinha como locação a praia de Santos (as modelos numa parte final do concurso viajam para fora e desta vez foram para S. Paulo, facto que um rapazola em sunga, e falando português de Portugal anunciava, o que prenunciava o pior no que toca a desconhecimento, com tantos modelos brasileiros em NY). Já em S. Paulo, que tipo de fotografias tiraram? Vestidas de Carmen Miranda em ruas de uma favela. Há maior cliché americanóide?
    Na praia, o cenário era montado com “locais”, leia-se homens e mulheres gordos e banais para não fazer concorrência visual às moças. Vem agora a parte engraçada – como os biquinis eram tb “locais”, sempre que eram filmadas de trás, uma bola desfocava o rabiosque para não se ver tão despidinho e chocar as famílias do Texas…
    Um beijinho
    Isabel

  83. Beto disse:

    Preguiça total, Isabel. Dez dias offline em Ilhabela (conheces?) e vááários posts apenas pensados e não concretizados, um pouco por falta de tempo e muito por preguiça mesmo. Passando casualmente pela orla de Santos, no ano passado, vi que estavam gravando esse programa que você assistiu. Pareceu ridículo na fração de segundo em que passei de carro, imagino a coisa na íntegra. As meninas corriam de um lado pra outro dando gritinhos. Adorei o eufemismo rabiosque, pretendo adotá-lo. Beijinhos pra ti também e muita saudade de Lisboa.

  84. Isabel O., Portugal disse:

    Olá B
    Só conheço Ilhabela de nome…
    Quanto ao termo “rabiosque” é comum por cá. Usa-se, por exemplo, quando as mães estão a falar com os bébes – “vamos lá limpar esse rabiosque”. É engraçado, não é? Nunca tinha pensado nisso até alguém “de fora” o apontar. Quanto às moças estiveram desapontadas montes de vezes – na favela, nos “modelos” com que pousavam (pensando possívelmente ir posar com brasileiros bons)… Agora é mesmo um eufemismo luso – homem bom (ou mulher boa) não é o mesmo que um bom homem…

  85. Toni Gravata disse:

    Oi Beto
    Não me canso de “viajar” neste teu post, relembrando pequenos passeios que fizemos e sonhando com os próximos. Eu gosto mesmo de pernear pelas zonas históricas das cidades, como fiz em Paris e Londres nos meus 16-18 anos, como fizemos convosco em Tiradentes e Ouro Preto e em tantos outros locais maravilhosos.
    Vamos sonhando, planeando, a contagem decrescente já começou.
    Beijos e abraços, muitos, e até breve.

  86. Esther disse:

    Beto, vc é um poeta…lindo seus relatos( li os outros tb) e suas fotos..maravilhosas. Parabéns.

  87. Heloisa disse:

    Beto,
    Só agora estou conhecendo e lendo esse seu post.
    Maravilhoso!
    Texto primoroso, fotos lindas.
    Como santista “antiga”, adorei. Mas, ao contrários de você, dou sim minhas entradinhas no mar.
    Aliás, acabei de chegar da praia com minha netinha, que curtiu muito seu banho de mar.
    Beijo.

  88. Toni Gravata disse:

    Tá quase!
    Vamos subir o morro a pé? Depois descemos, tomamos uma caipirinha no Clube dos Ingleses, vamos a pé até ao lado da cicade, almoçamos no Pier, contornamos Santos (sempre a pé) pelo lado do porto sempre à beira de água e … agora opinas tu!
    Abraços e beijos.

  89. Beto disse:

    Helô, obrigado, gosto de gente capaz de abstrair em nome da felicidade. Não há sujeira que estrague um banho de mar com a neta. Beijo.

    Toni, te acompanho em pensamentos, amigo. Fico até olhando da janela enquanto tu sobes o morro. Faço ao teu lado os 4 km de praia pra te dar uma força. E te recebo ao fim da maratona, sentado numa choperia perto da praia. Te arrumo um telemóvel e assim manteremos contato durante todo o percurso. Abraços e beijos.

  90. Priscila Sérvulo disse:

    Oi Beto,
    minha mãe (Heloisa) comentou sobre o post, me enviou o link, e adorei ver Santos pela sua visão. Os ângulos escolhidos – fotos e textos – estão lindos. Assim até vou gostar mais de Santos! Rs
    abraços,
    Priscila

  91. Toni Gravata disse:

    Tá combinado, Beto! Enquanto esperas podes fazer o tal paté de salmão. Não fica só pela conversa, não!

  92. Silvia Arruda disse:

    Beto, vc. olhou p. o próprio umbigo e nos presenteou c. esta “pérola” . Sei q. o blog está de férias mas, caramba, a gente adora te ler!!!!!Haja visto a quantidade de posts….
    Bjs p. ti e Teté desta mezzo paulista- mezzo santista!
    Ps.por coincidencia da ultima vez q. estive aí fui a pé até a Ilha q. abriu o post…como é o nome dela( é a do emissário, não?)

  93. Beto disse:

    Olá Silvia, a ilha é a Urubuqueçaba. Quando vier de novo a Santos, apareça. Teté e eu vamos gostar. Beijos.

  94. Beto disse:

    Obrigado, Priscila. Beijo.

  95. Patrícia Piza Fontes disse:

    Nossa amei esse artigo ,que me foi postado por um amigo, arquiteto também,que mora na frança. Adorei pois estudei arquitetura em Santos e a minha família é toda de lá, as fotos são lindas e o texto leve e intrigante. Boas lembranças da infãncia e adolescência me encheram de alegria ao saber que esssa cidade ainda é ótima para se viver… SAUDADES DESSE LUGAR!

  96. Stella Falcão disse:

    Linda é pouco… lugar pra se viver e desfrutar.

    A descontração do santista é sem igual.
    Conviver com a sua história e a beleza da sua orla é um privilégio.
    Sou meio gaucha e meio santista… que orgulho.
    Adoro sempre que vou e onde tenho grandes amigos.

    Porto Alegre, 28.02.2011.
    Stella Falcão.

  97. adriana disse:

    Conheci o mar com 16 anos, nem preciso dizer que sou quase mineira, mas me sinto muito bem qdo vou a praia e agora justamente que vou passar uma semana no Guarujá, pesquisando achei este texto seu! Gostei bastante, um santista viajante, meio poeta! Faltou só vc dizer um pouco quais são suas dicas de lugares legais prá comer, beber, estar… (além da praia…rs). abraço!

  98. tossan disse:

    Por que essa gente de fora que vem morar aqui e avacalham tanto a cidade e seus nativos que
    os recebem tão bem? Por que não voltam para suas cidades? Lá não é bom? Por favor voltem.
    Vão embora. Aqui não é uma cidade qualquer. Aqui é a nossa terra e nada vai mudar, nem a falta de respeito dos forasteiros desbocados e malcriados, nada irá nos abalar.
    Cansei de ouvir e ler tantas bobagens dessa gente que cospem tanto nos pratos que comem.
    Parabéns pela belíssima postagem. Abraço

  99. Parabéns… vc escreve muitooooooo bemmmmm conheci Santos recentemente… depois do seu texto quero fazer o passeio de novo para desfrutar tudo isso !!!! Parabéns mesmo… mandou benzaço !!!

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