Toi, Jane; moi, Tarzan

Escrever neste teclado com as teclas embaralhadas faz com que eu me sinta como o Johnny Weismuller tentando passar uma cantada na mae da Mia Farrow (cujo nome a tempestade que acaba de cair no Luberon levou), orientado pela macaca Chita. Apos quatro linhas sem agudos e tils, e depois de uma encarniçada luta atras dos as, emes e outros bichos errantes, a chuva passou e eu continuo pendurado no cipo das proparoxitonas e oxitonas transformadas compulsoriamente em paroxitonas.

Se vocês (os circunflexos sao livres na França, como os elefantes asiaticos nos velhos filmes de Tarzan) levarem em conta que passei uma curta temporada no Loire atracado ferozmente com um IMac, cujo idioma cibernetico eu nao cheguei a penetrar, e que agora tento domar um laptop com zero de memoria no disco rigido (isso me faz lembrar alguem, mas nao lembro quem), vao me perdoar por nao ter feito um misero post alem deste amontoado de palavras com as silabas tonicas tomadas pela febre da vaca louca.

A chuva parou e surgiu um resto de sol das 8 da noite (?). Os efluvios do gigot de agneau, da torta de ruibarbo e do mix de queijos de vaca (equilibrada, espero) e de cabra do almoço se fazem sentir. Antes que subam à cabeça, sinto que é hora de dizer à bientôt a tous avec des gros bisous.

Grig-ha-bandolo!

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Sobre Beto Paschoalini

É o que dizem por aí.
Esse post foi publicado em Europa, França. Bookmark o link permanente.

5 respostas para Toi, Jane; moi, Tarzan

  1. Mô Gribel disse:

    Ahhhhhhhhhhhhh! Finalmente deram sinal de vida!
    A gente nem liga de precisar ler a mesma frase 8x para entender…rs
    (brincadeirinha…he he he)
    Beijos e bons passeios!

  2. Estamos a postos. Nós todos e a Chita! Bjs!

  3. Diogo disse:

    Ei, que bom ter news from europe!!!

    E sabem o que é Xiita? É a mulher do Taarzan. He he he he… não segurei essa 😉

    Bjos e bom passeio pelos vinhedos.

  4. Roadrunner disse:

    Parabéns pelo blog. Boas decrições, bem documentado e com boas fotos. Muito bom.
    E com um pormenor particularmente interessante, dos poucos que tenho lido que consegue “apanhar” a verdadeira essência do povo e tradições portuguesas, coisa um pouco rara entre brasileiros, talvez por falta de conhecimento e vivências que a tal permitam.
    Saudações atlânticas do Roadrunner!

  5. Majô disse:

    Esses teclados são de matar mesmo :mrgreen: Tiram qualquer um do sério grrr
    Esperamos as fotos !

    Beijos

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